Risco de “apagão celular” durante a Copa é ainda maior com o 4G
A tecnologia 4G chegou ao Brasil, mas vem sendo alvo de muitas ressalvas. O principal motivo é a urgência para a qual foi providenciada – a FIFA exigiu que todas as cidades-sede da Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo de 2014 tenham liberada essa tecnologia. Para discutir a qualidade do 4G adotado no país, o deputado federal Arolde de Oliveira foi convidado a […]
A tecnologia 4G chegou ao Brasil, mas vem sendo alvo de muitas ressalvas. O principal motivo é a urgência para a qual foi providenciada – a FIFA exigiu que todas as cidades-sede da Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo de 2014 tenham liberada essa tecnologia. Para discutir a qualidade do 4G adotado no país, o deputado federal Arolde de Oliveira foi convidado a falar sobre o assunto, ao lado do jornalista Paulo José Cunha, no programa Palavra Aberta, da TV Câmara.
“Já vivemos um apagão de telefonia celular porque para conseguir fazer uma chamada, a pessoa, às vezes faz quatro ou cinco tentativas”, considera o parlamentar, que faz parte da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara. O apagão, segundo Arolde, é parcial, já que na maioria dos casos o serviço não cai completamente, mas a qualidade de conexão é pífia. Um dos indicadores é o número de celulares por pessoa.
“Somos mais de 280 milhões de telefones celulares. São mais celulares do que pessoas justamente porque cada pessoa precisa de 2 ou três linhas para conseguir se comunicar razoavelmente”, aponta. O prazo para que o 4G seja instalado a tempo para os grandes eventos esportivos é, segundo Arolde, apenas uma medida de emergência. “Estão investindo apenas nas sedes, onde estarão os turistas e a mídia internacional, mas o serviço 4G está muito longe de atender a toda população”, completou.
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