Mais Médicos é pretexto para sustentar Cuba
Segundo Revista Veja, governo de Raul Castro retém 70% do dinheiro destinado a pagar profissionais enviados ao Brasil

O deputado Arolde de Oliveira já enviou dois Requerimentos de Informação para fiscalizar a relação entre governo Brasileiro e Cuba (Foto:Claudio Araújo)
O Brasil está sustentando Cuba. Segundo a Revista Veja, publicada no dia 20 de agosto, o governo de Dilma Rousseff usa o programa Mais Médicos para enviar dinheiro a Cuba com a finalidade de sustentar a combalida economia comunista. A matéria afirma que dos R$ 1,5 bilhões repassados ao governo de Raul Castro pelo envio dos 400 médicos ao Brasil, os profissionais recebem apenas R$ 260 milhões e outros R$ 75 milhões são repassados à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) por intermediar a negociação.
O Deputado Federal Arolde de Oliveira questionou os valores acertados. “Os gastos com contratos dos coordenadores de médicos estrangeiros faz parte do Programa Mais Médicos ou este está em outros projetos do Ministério da Saúde?”, perguntou o parlamentar que é um ativo fiscalizador da relação Brasil-Cuba.
Arolde já registrou dois Requerimentos de Informação ambos de 2014 (4002 e 4017) sobre o tema. O primeiro trata das informações da contratação da cubana Vivian Isabel Chávez como médica, que, segundo outra denúncia da Revista Veja, não é formada em medicina. Já o segundo requer dados da importação de sangue e hemoderivados de Cuba. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a população da ilha caribenha está entre os povos com maior índice de contaminação por cólera.
Como lucro na “transação”, o governo de Cuba embolsa R$ 1,16 bilhões, o que supera em cinco vezes o valor da receita gerada anualmente pelas exportações da ilha caribenha para o Brasil e é quase um terço do total investido pelo governo brasileiro em reformas, construções e ampliação de hospitais.
A cubana Maritza Rivaflecha é uma dos 28 coordenadores do programa que estão espalhados pelo Brasil. Ela falou diretamente sobre a importância do dinheiro para Cuba ao jornal Granma. “Os trabalhadores de saúde, na atual batalha econômica do nosso povo, exercem papel de protagonistas no aporte de numerosas entradas de recursos em nossa economia”, definiu Maritza, que ganha um salário de R$ 25 mil apenas para “coordenar” os profissionais cubanos no Brasil.
(Veja/Redação)
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