Arolde elogia rigidez da nova Lei Antidrogas: “Está muito bem feita”
Projeto de lei ainda será encaminhado ao Senado para ser aprovado. Punição para traficantes subiu para oito anos; projeto também modificou pena para usuários
A Câmara dos Deputados concluiu, na noite de terça-feira, 28, a votação do projeto de lei que propõe mudanças no Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad), aprovado na semana passada, e que agora se encaminha ao Senado. A nova Lei Antidrogas, como é chamada, foi muito elogiada pelo deputado Arolde de Oliveira, principalmente em questões polêmicas, como a internação compulsória do viciado.
Arolde vislumbrou um progresso na questão da repressão às drogas. Ele comemorou as mudanças nos casos de internação compulsória e na questão do tráfico de drogas, cuja punição se tornou mais rígida para chefes de facções criminosas – a pena mínima subiu de cinco para oito anos, com a máxima permanecendo em 15 anos. Para o parlamentar, foi um trabalho bem realizado pelos juristas. “Foram agravadas as punições para traficantes. E, a mais importante, a internação involuntária. Com certeza a lei foi muito bem estudada, os autores e relatores trabalharam intensamente em cima do assunto, discutido no Brasil e no exterior, para sentir qual a melhor maneira para fazer essa lei”, elogiou.
Defensor das causas que protegem a família, Arolde afirmou que mais à frente vai explicar as minúcias e outras alterações da nova Lei Antidrogas e suas contribuições para a sociedade. “A lei está muito bem feita e será objeto de um esclarecimento maior que quero fazer”, encerrou. O projeto para entrar em vigor ainda precisará ser aprovado pelo Senado.
Confira a entrevista do deputado no programa Direto de Brasília:
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