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De: 07/06/2013

Campanha envolvendo prostitutas gera revolta

Peças publicitárias divulgadas pelo governo não agradaram camadas da sociedade. Diretor foi demitido e campanha foi relançada pelo Ministério da Saúde na quinta-feira, 6

Arolde protestou arduamente contra campanha do Ministério da Saúde

A divulgação, no final de semana, de uma campanha voltada para as prostitutas, patrocinada pelo Governo, e parte integrante do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), repercutiu mal na mídia. Com o slogan “Sou feliz sendo prostituta”, a campanha estaria incentivando a prostituição, além de não cumprir bem o papel informativo. O deputado Arolde de Oliveira, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira, 5, indignou-se com as peças veiculadas pelo Ministério da Saúde: “É um absurdo!”

Com a polêmica, a campanha foi cancelada e o diretor responsável demitido, mas foi relançada na última quinta-feira, 6. Porém, segundo Arolde, este tipo de propaganda não poderia ter saído do bolso do contribuinte.  Ainda mais com a linguagem utilizada. “Isto é um absurdo. O governo não poderia nunca patrocinar isso com o dinheiro do povo”, afirmou o congressista.

Veja o discurso no Plenário:

As peças publicitárias fazem parte do PNDH-3 – diretriz numero 10, que dá “garantia da igualdade na adversidade, e prevê a realização de campanhas e ações educativas para desconstruir estereótipos relativos às profissionais do sexo”. A campanha, apesar de tudo, foi relançada nesta última semana, tendo apenas o texto modificado.

Veja como era: 


Como ficou:

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